“Fundo do poço do Bitcoin pode ser US$ 10 mil”, diz economista Ricardo Amorim

“Chegamos no fundo do poço? É possível, mas muito improvável”, disse em vídeo no Instagram na quarta-feira (09) o economista Ricardo Amorim, acerca do preço do bitcoin e da queda geral do mercado de criptomoedas. Para ele, a forte correção já era previsível, segundo o histórico do ativo, e que “parece que está acontecendo” agora o que pode levar o BTC à casa dos US$ 10 mil.

“Quando a gente pega o histórico do bitcoin, a cada três anos, mais ou menos, a gente tem ajustes de preço em relação ao pico atingido, que passam de 80% cada um deles — e já fazia mais de três anos que a gente não tinha nenhum, então era provável que em algum momento isso acontecesse”, disse Amorim.

Segundo ele, se de fato estiver ocorrendo o que ele chamou de “megaajuste”, o fundo do poço do bitcoin pode estar mais perto de algo como US$ 10 mil. “Portanto, eu acho que a gente pode — e provavelmente terá — um ajuste ainda bastante grande de preços de criptomoedas, para baixo”, ressaltou.

“Mega oportunidade no Bitcoin”

Por outro lado, a correção do preço do bitcoin para baixo, como vem ocorrendo, gera também oportunidades para quem deseja apostar na criptomoeda, como sugeriu Amorim ao dizer que trata-se de um “enorme oportunidade”. “Vem aí uma mega oportunidade no Bitcoin e criptomoedas”, escreveu no post.

Ele citou o penúltimo evento histórico de preço, entre 2017 e 2018, onde o bitcoin passou de cerca de US$ 20 mil para aproximadamente US$ 3 mil e que em 2021 chegou a valer “20 vezes mais”.

“Só lembrando que quem investiu no bitcoin naquele momento chegou a vê-lo na faixa de US$ 60 mil desta vez”, ressaltou o economista, acrescentando: “É basicamente o que eu credito”.

Bitcoin, dólar e real

Falando especificamente do mercado brasileiro de criptomoedas, assim como ele acredita que o preço do bitcoin não vai parar de cair agora, o mesmo ele prevê para o dólar.

“No caso do Brasil, a gente está tendo um ajuste adicional por conta da queda do preço do dólar em relação ao Real — lembrando que aqui, normalmente, as pessoas olham o preço dos criptoativos em reais — que também não acredito que vá parar”, concluiu Amorim.








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